Artigo de opinião: Um Mal Idealizado
Autor(a): Maria Eduarda Ferreira Silva
Edição: Jordana Nayelle Santos Ferreira
É um fato amplamente aceito que os padrões de beleza são estabelecidos pela sociedade, que define o que é considerado esteticamente desejável em um corpo. A sociedade muitas vezes idealiza um corpo que parece perfeito à primeira vista. No entanto, ao desvelar as camadas dessa aparência superficial, torna-se evidente que a realidade é muito mais complexa e que nem tudo é o que parece.
A realidade do ser humano esteticamente falando diz que nenhum corpo é perfeito, aqueles corpos vistos em revistas, redes sociais, propagandas, entre outros, são corpos moldados para serem vistos desta forma: perfeitos, e consequentemente fazendo com que eles pareçam inatingíveis. Isso tudo afeta o restante da sociedade que não possuem esses padrões de beleza fazendo as pessoas se compararem cada vez mais umas com as outras. Esse mal se espalha por todo o mundo e não só na vida pessoal das pessoas mas também nos mercados de trabalho, cinema, na mídia e muito mais.
Ainda que o conceito de autoaceitação se faça presente atualmente, a ideia de possuir um corpo idealizado parece ser "mais fácil" do que realmente se aceitar pelo que você é e como você é. A imposição dos padrões de beleza pode gerar problemas de autoestima, afetar como as pessoas se veem, desenvolvimento de transtornos alimentares, entre outros. E mesmo que a pressão seja grande é importante lembrar que a verdadeira beleza vai além da aparência física.
Portanto, para combater os padrões de beleza prejudiciais, é essencial promover a aceitação do corpo e valorizar a diversidade. Isso pode ser alcançado através da educação e conscientização, enfatizando a importância da autoestima e da saúde mental. Além disso, é fundamental incentivar representações mais inclusivas na mídia, destacando diferentes tipos de corpos e beleza.







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