Artigo de Opinião: Desigualdade Social e Pobreza no Brasil
Autor(a) e Colunista: Ana Julýa
Edição: Jordana Nayelle
No Brasil, a desigualdade social é um problema que afeta profundamente a população. Mesmo que o país esteja entre as dez maiores economias do mundo, ocupa o oitavo lugar no ranking de desigualdade econômica. Segundo os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2011, nos últimos anos, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões ascenderam à classe média. No entanto, estima-se que 16 milhões de pessoas ainda permaneçam em situação de pobreza extrema.
A redução da pobreza no Brasil ocorreu em parte devido aos programas de políticas públicas implementados durante a presidência de Luís Inácio da Silva, conhecido como "Lula". No entanto, é evidente que a verdadeira equidade social está longe de ser alcançada. Enquanto isso, a maioria das crianças e adolescentes que crescem em comunidades periféricas enfrenta escolhas difíceis, muitas vezes optando por trocar o caderno pela arma, como mencionado na música "A Vida é Desafio" do grupo de rap Racionais MC's. Nessa música, o grupo destaca: "Tive que fazer minha escolha, sonhar ou sobreviver."
Sobreviver é um dos maiores desafios enfrentados pelos menos favorecidos, trabalhando diariamente por um salário miserável que mal é suficiente para sustentar suas famílias, o que perpetua a desigualdade. Enquanto presidentes, prefeitos e vereadores ricos lucram com o dinheiro público, outros indivíduos passam fome e frio todos os dias.
Portanto, é essencial que mecanismos eficazes sejam estabelecidos para garantir que os governantes cumpram seus papéis e que as políticas públicas funcionem efetivamente, garantindo que os recursos necessários alcancem as classes sociais mais vulneráveis de nosso país. Nesse sentido, o Ministério da Transparência, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança, deve trabalhar ativamente na gestão do patrimônio público, evitando a corrupção e gastos excessivos. Além disso, a população deve participar ativamente da fiscalização dos recursos, manifestando suas preocupações e garantindo que todos os direitos sejam assegurados. Somente com a colaboração de todos, poderemos enfrentar a desigualdade e criar um país mais justo e equitativo.
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